Gabriel e meus dilemas

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Desenho Gabriel, pensando nos meus dilemas. Escuto um anjo balbuciar palavras bonitas e choro. Sorrio quando escuto o barulho ensurdecedor dos ruídos das estrelas. Tudo que é belo mora longe, penso. Sinto saudade todo minuto. Saudade é a minha doença. 😦 Fecho os olhos e leio: “Era ainda jovem demais para saber que a memória do coração elimina as más lembranças e enaltece as boas e que graças a esse artifício conseguimos suportar o passado“. A saudade é tão grande (grito!) que sinto saudade até do mundo em que não habito.

*Você gostaria de ver o rosto de Gabriel García Márquez numa caneca?

Canecas

Entre cafés e doces, escrevo. Entre goles e suspiros, existo. Entre uma pausa e outra, alguém disse: “O pato pateta pintou a caneca!”. Entre nuvens e lagos, o pato habita. Entre espaços e feiras, vendemos canecas. Entre feirinhas e gambiarras, resistimos. Entre eu e nós, caracóis.

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